{"id":485,"date":"2015-04-21T15:46:45","date_gmt":"2015-04-21T14:46:45","guid":{"rendered":"http:\/\/integralmediaprojects.com\/ideagro3\/?p=485"},"modified":"2015-04-21T15:46:45","modified_gmt":"2015-04-21T14:46:45","slug":"citricos-la-naranja-es-hija-de-una-mandarina-y-de-la-madre-del-pomelo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ideagro.es\/pt\/citricos-la-naranja-es-hija-de-una-mandarina-y-de-la-madre-del-pomelo\/","title":{"rendered":"C\u00edtricos | A laranja \u00e9 filha da tangerina e m\u00e3e da toranja"},"content":{"rendered":"<p>[:\u00e9]<b>Nesta ocasi\u00e3o, trazemos para voc\u00ea este interessante artigo sobre frutas c\u00edtricas publicado recentemente na m\u00eddia geral e em muitos outros meios especializados, porque acreditamos que voc\u00ea o achar\u00e1 interessante. Na IDEAGRO trabalhamos muito com citrinos, pois \u00e9 uma das culturas mais comuns no sul de Espanha.\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b style=\"font-size: 16px;\"><b>Se voc\u00ea tiver uma laranja ou outro c\u00edtrico em m\u00e3os, d\u00ea uma olhada. <\/b>Por tr\u00e1s desse fruto h\u00e1 uma hist\u00f3ria \u00e9pica, na qual ressoam as batalhas de Alexandre o Grande, a difus\u00e3o do Isl\u00e3o, as campanhas militares dos cruzados crist\u00e3os, a di\u00e1spora judaica e a descoberta da Am\u00e9rica.\u00a0<b>Essa fruta que voc\u00ea est\u00e1 vendo \u00e9 um livro sobre a hist\u00f3ria da humanidade e chegou \u00e0s suas m\u00e3os gra\u00e7as a uma infinidade de conquistas e reconquistas e a uma batalha cient\u00edfica de s\u00e9culos.<\/b><\/b><\/p>\n<p><b>\u201cO ancestral de todas as \u00e1rvores c\u00edtricas viveu h\u00e1 cerca de oito milh\u00f5es de anos no Sudeste Asi\u00e1tico\u201d<\/b>, explica o bi\u00f3logo\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ivia.es\/centrogenomica\/staff.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Manuel Talon<\/a>, que acaba de tra\u00e7ar \u201ca \u00e1rvore geneal\u00f3gica mais poderosa\u201d destas \u00e1rvores frut\u00edferas. Deles\u00a0<i>casamentos<\/i>, simplificados, podem ser desenhados como se fossem os da fam\u00edlia Buend\u00eda em\u00a0<i>Cem anos de solid\u00e3o<\/i>.\u00a0<b>\u201cA laranja doce \u00e9 filha de uma pummelo [m\u00e3e da toranja] e de uma tangerina\u201d<\/b>, diz Tal\u00f3n, que situa esta liga\u00e7\u00e3o no que hoje \u00e9 a China Ocidental, h\u00e1 cerca de 3.000 anos.<\/p>\n<p>Nesta cruz, a tangerina era o pai. Era uma tangerina silvestre, \u00e1cida e cheia de sementes, n\u00e3o comest\u00edvel, que enviaria seu\u00a0<i>esperma<\/i>, o p\u00f3len masculino, atrav\u00e9s do vento at\u00e9 as flores-m\u00e3e, um pummelo. Como resultado da uni\u00e3o, nasceria a primeira laranja, que Tal\u00f3n especula que seria\u00a0<u><i>detectado por um inteligente agricultor chin\u00eas, que perpetuaria o seu cultivo atrav\u00e9s da enxertia.<\/i><\/u>\u00a0Mil\u00eanios depois,\u00a0<b>No final do s\u00e9culo XV, a laranja doce chegou a Espanha pelas m\u00e3os de comerciantes portugueses e italianos.<\/b><\/p>\n<p>A equipe do bi\u00f3logo estudou o genoma de 30 esp\u00e9cies c\u00edtricas. Especificamente, os cientistas leram o DNA dos cloroplastos, organelas presentes nas c\u00e9lulas vegetais que carregam informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas herdadas da m\u00e3e. Seus resultados agora s\u00e3o publicados na revista\u00a0<i>Biologia Molecular e Evolu\u00e7\u00e3o<\/i>.<\/p>\n<p><b>O mandarim chegou \u00e0 Espanha em 1845 gra\u00e7as ao Conde de Ripalda, da fam\u00edlia Marichalar.<\/b>, mas novamente Tal\u00f3n coloca suas origens no Sudeste Asi\u00e1tico, h\u00e1 milhares de anos. \u201cA tangerina \u00e9 filha de pai laranja doce e m\u00e3e tangerina selvagem\u201d, continua a bi\u00f3loga.\u00a0<b>O lim\u00e3o, por sua vez, \u00e9 filho de m\u00e3e laranja amarga e pai cidra, fruta de casca gorda e arom\u00e1tica utilizada na medicina medieval.<\/b><\/p>\n<p><b>A Espanha \u00e9 o 5\u00ba maior produtor de citrinos do mundo, o 1\u00ba da Uni\u00e3o Europeia e um dos principais exportadores mundiais segundo dados da FAO.<\/b>\u00a0<b>Em todo o mundo, as \u00e1rvores c\u00edtricas ocupam seis milh\u00f5es de hectares em quase 100 pa\u00edses.<\/b>\u00a0Mas s\u00e3o culturas fr\u00e1geis, como sublinha\u00a0<a href=\"http:\/\/bioinfo.cipf.es\/jdopazo\/start\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Joaqu\u00edn Dopazo<\/a>, chefe de Bioinform\u00e1tica e Gen\u00f4mica do Centro de Pesquisa Pr\u00edncipe Felipe, em Val\u00eancia.\u00a0<b>Em 1862, um pseudofungo pousou nos laranjais espanh\u00f3is. A doen\u00e7a que causou, gomose,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.magrama.gob.es\/es\/ministerio\/servicios\/publicaciones\/Variedades_de_Citricos_primeras_p%C3%A1ginas_tcm7-212147.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">destruiu as colheitas<\/a>, com exce\u00e7\u00e3o das laranjeiras amargas, que passaram a ser utilizadas para enxertar laranjas doces e outras frutas c\u00edtricas em seus troncos.\u00a0<\/b>No final da d\u00e9cada de 1960, a hist\u00f3ria se repetiu. O chamado v\u00edrus da tristeza matou\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ivia.es\/nuevaweb\/jornadas\/citricos2008\/moreno%20Jornadas%20C%EDtricos%20Nov2008.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">50 milh\u00f5es de laranjeiras amargas<\/a>\u00a0na Espanha e o porta-enxerto teve que ser trocado.\u00a0<b>\u201cEstudar os genomas dos citrinos permite-nos ver quais as esp\u00e9cies que s\u00e3o mais resistentes \u00e0s condi\u00e7\u00f5es adversas e porqu\u00ea, para obter variedades mais adaptadas\u201d,<\/b>\u00a0resume Dopazo, coautor da \u00e1rvore geneal\u00f3gica.<\/p>\n<p><b>Na IDEAGRO trabalhamos muito com uma cultura como a c\u00edtrica.<\/b>\u00a0<i>(em todas as suas variantes; laranjas e tangerinas, mas tamb\u00e9m lim\u00f5es e toranjas...)<\/i>, porque dado o nosso \u00e2mbito de atua\u00e7\u00e3o, trabalhamos regularmente em todo o arco mediterr\u00e2nico, de Huelva \u00e0 Catalunha.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, temos vindo a desenvolver\u00a0<u><b>numerosos testes e trabalhos com os agricultores do arco Mediterr\u00e2neo<\/b><\/u>\u00a0<i>(incluindo nosso bom amigo e grande citricultor na Espanha\u00a0<a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/ricardoaguayofc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ricardo Aguayo<\/a>, tamb\u00e9m conhecido como\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/Criandonaranjos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@CriandoNaranjos<\/a>)<\/i>, testando o\u00a0<b>efic\u00e1cia das bact\u00e9rias fixadoras de nitrog\u00eanio e solubilizadoras de f\u00f3sforo<\/b>;<b>\u00a0buscando melhorar a produtividade, matura\u00e7\u00e3o e gradua\u00e7\u00e3o BRIX, bem como melhorar a sanidade geral das culturas e seu sistema radicular, promovendo colheitas de excelente qualidade e garantindo o melhor produto final para a ind\u00fastria e\/ou consumidor final.<\/b><\/p>\n<p>Em todos os nossos testes e desenvolvimentos em conjunto com os produtores com quem trabalhamos,\u00a0<b>n\u00f3s usamos\u00a0<a href=\"http:\/\/ag.alltech.com\/crop\/es\/productos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">produtos l\u00edderes de mercado<\/a>, mas tamb\u00e9m usamos nossas pr\u00f3prias cepas de\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ideagro.es\/index.php\/noticias\/75-la-importancia-de-las-bacterias-en-la-agricultura\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">bact\u00e9rias ben\u00e9ficas para a agricultura<\/a><\/b>, que desenvolvemos nas nossas instala\u00e7\u00f5es localizadas em Lorqu\u00ed, M\u00farcia.<\/p>\n<p>Se desejar mais informa\u00e7\u00f5es, entre em contato com nosso Diretor T\u00e9cnico, Pedro Palaz\u00f3n por email,\u00a0<i>palazon[at]ideagro.es<\/i>, ou pelo telefone 968 118 086.\u00a0<b>N\u00e3o hesite em nos perguntar sobre isso! Na IDEAGRO temos uma equipa multidisciplinar \u00e0 sua inteira disposi\u00e7\u00e3o.<\/b>[:]    \t<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[:es]En esta ocasi\u00f3n, os traemos este interesante art\u00edculo sobre c\u00edtricos recientemente publicado en medios generalistas, y en muchos otros especializados pues creemos que os resultar\u00e1 interesante. Een IDEAGRO, trabajamos mucho con c\u00edtricos, pues es uno de los cultivos m\u00e1s habituales del sur de Espa\u00f1a.\u00a0 Si tiene una naranja u otro c\u00edtrico a mano, m\u00edrelo. 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